Mulher muçulmana: Elas fazem a moda do hijab

São poucas as lojas físicas que vendem vestes muçulmanas femininas em Moçambique e em outros países da Àfrica, Europa e America,  mas a produção internacional ganha força com o surgimento de estilistas e com a comercialização pela internet.

Vestir Com Estilo

As roupas usadas por muitas mulheres islâmicas não são as calças jeans justas, as camisetas de mangas curtas ou as saias acima do joelho encontradas em qualquer shoppings. A maioria delas se veste com batas ou vestidos compridos (abayas) e coloca em volta dos cabelos os lenços (hijabs). São peças difíceis de encontrar nas lojas convencionais, mas que vêm ganhando produção nas mãos de um grupo de estilistas que faz da internet o seu principal canal de divulgação e vendas.

O Brasil é um dos países do continente americano que tem aparecido com um número crescente de empreendedoras da moda islâmica, que criam e confeccionam abayas, hijabs e túnicas em Betim, roupas adequadas ao que pede o Islã, mas com estilo moderno e apropriadas para o dia a dia.

A empreendedora comercializa as peças na comunidade islâmica da qual participam, pela internet, em espaços como Whatsapp, Mercado Livre e Facebook.

 

Uma opção

Estar linda sem escándalo

As roupas usadas pelas muçulmanas variam bastante. Há desde as que vestem os vestidos longos e lenços todos os dias, até as que apenas usam roupas mais comportadas, que não deixam as curvas à mostra. “Está escrito no Alcorão Sagrado que as mulheres devem se vestir de forma recatada e esconder seus adornos. Mas isto não pode ser imposto a nenhuma mulher, ficando ela livre para decidir quando e como iniciar a usar as vestes islâmicas”.

As muçulmanas usam as vestes tradicionais dentro das mesquitas. A mesquita é a casa de Deus e tem que ser respeitada.

Em Moçambique são poucas as lojas que vendem roupa muçulmana feminina, mas há muitas pessoas que trazem as peças do Líbano, Egito, Turquia, Síria e outros países islâmicos e comercializam em suas casas, mesquitas, encontros de muçulmanos, e mais recentemente, pela internet.

Texto retirado de https://anba.com.br/ e adaptado pela Zebrando

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