Morreu hoje, em Lisboa, Portugal, a antiga Primeira-Ministra (PM) de Moçambique, Luísa Diogo, aos 67 anos de idade, vítima de doença. Luísa Diogo, economista e política, perdeu a vida no Centro Clínico Champalimaud, ligado à Fundação Champalimaud, onde, habitualmente, fazia tratamentos médicos.
Luísa Diogo foi ministra do Plano e Finanças entre 1999 e 2005; Primeira-Ministra de fevereiro de 2004 a janeiro de 2010 . Foi a primeira mulher a ocupar esta posição em Moçambique.
Em Julho de 2024, Luísa Diogo encerrou um ciclo de 13 anos de liderança do Absa Bank Moçambique, deixando a Presidência do Conselho de Administração (PCA). No entanto, manteve-se como administradora não-executiva do Grupo Absa na África do Sul, cargo que também exercia desde Agosto de 2023.
Luísa Diogo, natural da província de Tete foi distinguida como uma das figuras femininas mais influentes do mundo pela revista Forbes e como uma das 100 personalidades mais influentes do mundo, pela revista Times Magazine, devido ao seu papel na economia, liderança e defesa da igualdade de género em Moçambique e a nível global, actuando também em painéis das Nações Unidas.
Luísa Diogo concorreu nas eleições internas da Frelimo a candidato do partido no poder às eleições presidenciais de 2014, ganhas por Filipe Nyusi.
Moçambicanos lembram e destacam a carreira da antiga Primeira-ministra, e contribuições significativas que deu a política e a economia do país.





