Gianni Infantino procura apoio de Trump em meio à contestação

Presidente da FIFA vê liderança ameaçada após rejeição da FIFA Forward Enterprise e, segundo o New York Post, tenta obter apoio político nos EUA, embora a Casa Branca negue contactos com Marco Rubio.

O presidente da FIFA, Gianni Infantino, atravessa um dos momentos mais difíceis desde que assumiu a liderança do organismo, em 2016. A crise ganhou força após o fracasso da proposta de criação da FIFA Forward Enterprise (FFE), uma subsidiária destinada a concentrar as operações comerciais da entidade e aberta ao investimento privado.

O projeto foi rejeitado por importantes confederações, como a UEFA, a CONCACAF e a AFC, que representam mais de metade das 211 federações filiadas na FIFA. A oposição ao plano colocou em causa a continuidade de Infantino na presidência e alimentou pedidos para a sua demissão.

Segundo o jornal norte-americano New York Post, Infantino acredita que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderá ser um aliado importante para reforçar a sua posição. A publicação afirma que o dirigente tentou contactar Trump várias vezes nos últimos dias, sem sucesso.

Ainda de acordo com o jornal, uma videoconferência com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, chegou a ser agendada, mas acabou cancelada. Fontes ouvidas pela publicação alegam que Infantino pretende convencer as autoridades norte-americanas de que o futebol pode servir como instrumento de instrumento Poder suave, embora fora

No entanto, a versão do New York Post foi contestada pela própria Casa Branca. O porta-voz Dylan Johnson afirmou, através da rede social X, que não existiam planos para Marco Rubio falar com Gianni Infantino e criticou o jornal por não ter confirmado a informação antes da publicação.

Assim, embora a contestação à liderança de Infantino e a rejeição da FFE sejam factos amplamente reconhecidos, as alegadas tentativas de contato com Donald Trump e a motivação por detrás desses contactos permanecem baseadas em informações atribuídas a fontes anónimas e não foram confirmadas oficialmente.

 

 

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